Todo mundo alguma vez na vida já se apaixonou, certo? Ou teve aquele amor platônico que nunca se realizou. Agora me diz, quantas vezes você escreveu sobre esse cara no seu diário (e não me venha com essa de que você nunca teve um)? Quantas vezes não sonhou em como seriam a vida de vocês naqueles breves momentos em que você ficou completamente apaixonada pelo cara enquanto ele nem sonhava com isso? Tudo porque você, apaixonada que é, sempre achou melhor não se arriscar. Melhor ter a amizade dele, do que não ter coisa nenhuma. Certo, vai sonhando.

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Agora você vem e me diz: “Mas vem cá, o que essa história tem a ver com o livro?”  Tudo. Todo mundo já passou por isso e tem o seu modo de passar por essa fase. Tem quem se descabele. Chore. Esperneie. Mas, principalmente, só desencane da pessoa que é o objeto da sua paixão platônica quando essa pessoa encontra alguém pra chamar de seu. Mas Lara Jean, a personagem principal da trama de “Para Todos os Garotos Que Já Amei“, não. Quando ela sabe que precisa seguir em frente e deixar de lado o amor que sente por algum garoto ela escreve cartas. Porém, aqui vai o detalhe: ela não as envia. Guarda todas, um total de cinco cartas, em uma caixa de chapéu azul que ganhou da mãe.

Pra você que curte fantasia e fica perdido com tantos livros do gênero disponíveis no mercado, aqui vai uma recomendação:

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“Ninguém sabe ao certo quem é o herói ou o vilão desse fascinante universo criado por Patrick Rothfuss. Na realidade, essas duas figuras se concentram em Kote, um homem enigmático que se esconde sob a identidade de proprietário da hospedaria Marco do Percurso.

Da infância numa trupe de artistas itinerantes, passando pelos anos vividos numa cidade hostil e pelo esforço para ingressar na escola de magia, O Nome do Vento acompanha a trajetória de Kote e as duas forças que movem sua vida: o desejo de aprender o mistério por trás da arte de nomear as coisas e a necessidade de reunir informações sobre o Chandriano – os lendários demônios que assassinaram sua família no passado.”

O Livro Dia de Beauté foi lançado esse ano e foi escrito pela Vic Ceridono, a famosa editora de moda da Vogue, que tem um canal no youtube e blog homônimos do livro. A proposta do livro é falar mesmo sobre rotinas de beleza, e eu vou contar um pouco mais sobre ele. 😉

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Bom, eu comprei esse livro meio “às cegas”. Soube que ia ter o lançamento e vi um breve review no canal da Vic e comprei pela internet mesmo, aproveitei uma promoção de frete grátis/black friday e voilà. Sobre o conteúdo, eu já sabia que iria gostar, mas algumas coisas me surpreenderam.

A primeira de todas foi o tamanho do livro. Eu achava que ele seria um livro de tamanho padrão, mas ele é um pouco maior (quase do tamanho de uma folha ofício) e tem capa dura e brochura. Sim, né, e daí? Ok que isso não interessa pra muita gente, mas eu ~aloka da papelaria~ já amei demais a forma do livro. O tamanho é bom para facilitar a visualização dos vários exemplos que ele contém, como passo-a-passo de delineador, tipos de pincéis, tipos de base/blush e poraí vai.

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Pegue qualquer objeto do seu quarto, segure nas mãos e pense: “esse objeto te faz feliz?“. Agora, pegue um objeto bem especial para você, tipo seu anel de formatura, um perfume que você sempre usa que ganhou da sua mãe, um sapato que você sonhou por anos e, finalmente, conseguiu comprar – eles te trazem felicidade?

Pronto, em um parágrafo apenas dá pra resumir o método KonMari, que fala mais ao coração do que sobre dicas de organização em si. O livro vai além da praticidade, ele é mais sobre a subjetividade que a organização pode proporcionar na vida das pessoas.

Fonte: Teoria Criativa Imagem: Teoria Criativa*

A Marie Kondo é uma organizadora level asian, ou seja, ela faz isso muito bem e desde criança. Depois de testar vários métodos tradicionais na sua própria vida e trabalho, ela chegou à conclusão de que manter somente o que nos faz bem ao redor é a melhor forma de organização (e eu concordo!).

Hoje, vou falar de um mini, bem mini mesmo, o Pequeno Livro de Cozinha – uma das minhas temáticas favoritas, afinal, né? A pessoa aqui adora cozinhar. Pois bem, esse livro pequenininho foi escrito pela Fabiana Zanelati e pela Kátia Najara, que eram autoras de um blog infelizmente extinto, o Rainha do Lar.

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Esse livrinho é ótimo para quem quer iniciar na cozinha e não tem muita experiência, porque ele é realmente um “guia”. Não é só conversa de título para vender mais. Ele começa bem do começo: o que você precisa ter antes de começar a cozinhar? Como panelas e utensílios, coisas afins. Eu até já fiz um post sobre isso, vocês podem ver aqui.

Depois dessa parte inicial, tem alguns capítulos realmente muito úteis para quem tá começando, que são as práticas e os temperos básicos. Por exemplo, antes de comprar as frutas e verduras, você precisa saber a melhor qualidade deles e também quando comprá-los, devido à sazonalidade. Além disso, tem receitas de como usá-los para a “pré-cozinha”, um tempero de ervas, caldo e coisas afins.

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