Chegou em Fortaleza aquele café que a gente sempre sonhou: tão maravilhoso que dá pra comer inclusive a xícara. Isso mesmo: o café com casquinha de cookie + uma generosa camada de chocolate é o lançamento da Blend Coffee House.

A massa da xícara comestível é feita com a receita de cookie tradicional da casa – doce com casquinha crocante e recheio de chocolate derretido. A diferença (além do formato) é que o recheio fica por dentro da xícara (ao invés de dentro da massa). O plus vem com a adição do café espresso na xícara de cookies, que é adoçado naturalmente pelo chocolate ao leite.

O ideal é beber o café assim que chega para poder aproveitar a casquinha (que pode amolecer com o calor do café). A dose é de uma xícara pequena comum, e o sabor fica levemente adocicado por conta do chocolate que protege o cookie – ele derrete aos poucos com o calor do café. O que sobra é um cookie delicioso para ser degustado depois.

Quem me conhece já sabe: doce de leite é o meu doce favorito. Mas, apesar do tema dessa #trilhadocafé ser a nova loja do Café Havanna, a novidade é salgada: dois novos sabores de empanadas – o típico salgado argentino – estão disponíveis na unidade que acabou de inaugurar no Riomar Fortaleza. Os itens são tão exclusivos que ainda nem estão no menu, mas você pode pedir aos garçons que eles te apresentam as novas opções.

Cebola & queijo e Mista

No menu tradicional, as empanadas de carne e de frango são as minhas favoritas. Mas, entre as novidades, o novo sabor cebola e queijo conquistou meu paladar: queijo derretendo, casquinha crocante e um sabor sutil de cebola. A princípio, achei que não fosse gostar tanto porque não sou lá muito fã de cebola. Mas o sabor do tempero aparece sem aquela conhecida textura crocante, saborizando o prato na medida certa.

Há alguns dias, recebi um presente delicinha do Café Santa Clara – do grupo 3 Corações: a nova linha de cafés especiais da marca, a Reserva da Família. Diferente do café que já conhecemos, esta linha tem o café 100% arábica, e é a única da marca que passa pelo crivo da Associação Brasileira de Cafés Especiais. Ou seja: o grão é avaliado em aroma, sabor, tipos de blends e até a ausência de defeitos, dentre outros critérios.

Linha Reserva da Família

O Café Santa Clara lançou quatro cafés para esta nova linha de cafés especiais, com os blends Cerrado Mineiro, Mogiana Paulista, Sul de Minas e Orgânico. Os três primeiros possuem notas adocicadas, e o último leva duas certificações: produto orgânico e Rainforest Alliance – selos que atestam as boas práticas de cultivo e sociais na produção do grão.

Pioneiros na produção do café 100% arábica na região nordeste, o Café Atelier 1913 e o Sítio São Roque trazem uma novidade inédita em nosso mercado: um clube de assinaturas dos blends da marca. A partir de janeiro de 2018, ao se inscrever no Clube pelo site www.atelier1913.com.br, o cliente receberá em casa – em grãos ou moído – um kit com os cafés Alfredo e Amélia, além de ganhar acesso exclusivo a novos blends do Atelier 1913 e outras surpresas pontuais.

“Já estamos trabalhando em pelo menos três novos blends para 2018, e os membros do clube irão saboreá-los primeiro”, informa Isabelly Giffony, nutricionista, barista e mestre de torras da marca. Os dois primeiros cafés, Amélia e Alfredo, homenageiam os fundadores do Sítio São Roque, que deu início à produção do café. A composição dos blends se diferencia em acidez e doçura e foi pensada após uma reunião de característica das duas personalidades quando em vida.

Dessa vez, a trilha do café subiu a serra e foi desbravar a história da produção do café de sombra no Maciço de Baturité. A convite do Festival Serra, embarcamos numa jornada de dois dias que nos apresentou o Sítio São Roque, o Atelier 1913, a Casa Caboclo e vários pratos de premiados chefs usando nosso querido café como ingrediente.

Sítio São Roque

Alguém já ouviu falar da Rota do Café Verde? Ao longo dessa rota, uma das paradas é o Sítio São Roque, que fica no Município de Mulungu da região serrana. Lá, a gente conheceu a Mônica Farias, que nos levou até o Museu do Sítio Roque e nos contou um pouco da história da produção do Café Atelier 1913.

Tudo começou com o sonho e a persistência do patriarca Gerardo Farias, que lá no século passado começou sua produção de café 100% arábica. Como funciona: o café é plantado artesanalmente e leva 9 meses para ficar maduro. Depois desse processo, ele passa por cinco estágios até chegar ao pó que perfuma nossa casa e traz mais conforto pro nosso dia a dia. No início, o Sítio São Roque fornecia as sacas de café para compradores e chegou até a exportar o produto para a Suécia. Até que as novas gerações da família perceberam o potencial na produção artesanal e resolveram criar uma marca específica para o café final (torrado ou em pó): o Atelier 1913. A marca remete à produção artesanal e ao ano de início do primeiro plantio.

Lá no Sítio, além do museu, é possível conhecer o plantio nos cafezais, a casa da família, o jardim muito bem cuidados e florido e experimentar os produtos do sítio – feito pelas famílias que moram por lá. A ideia é manter uma sustentabilidade: o sítio fornece insumos para as famílias, elas produzem alimentos que são vendidos aos visitantes e assim, acontece um ciclo positivo para os moradores.

A gente teve o prazer de experimentar, além do Café Atelier 1913, uma tortinha de banana bem fofinha e um doce de compota da fruta, bem fresquinho. Ambos deliciosos e disponíveis para levar pra casa. Ano que vem, completa-se o centenário da primeira colheita, e a festa promete ser grande!

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