Pioneiros na produção do café 100% arábica na região nordeste, o Café Atelier 1913 e o Sítio São Roque trazem uma novidade inédita em nosso mercado: um clube de assinaturas dos blends da marca. A partir de janeiro de 2018, ao se inscrever no Clube pelo site www.atelier1913.com.br, o cliente receberá em casa – em grãos ou moído – um kit com os cafés Alfredo e Amélia, além de ganhar acesso exclusivo a novos blends do Atelier 1913 e outras surpresas pontuais.

“Já estamos trabalhando em pelo menos três novos blends para 2018, e os membros do clube irão saboreá-los primeiro”, informa Isabelly Giffony, nutricionista, barista e mestre de torras da marca. Os dois primeiros cafés, Amélia e Alfredo, homenageiam os fundadores do Sítio São Roque, que deu início à produção do café. A composição dos blends se diferencia em acidez e doçura e foi pensada após uma reunião de característica das duas personalidades quando em vida.

Dessa vez, a trilha do café subiu a serra e foi desbravar a história da produção do café de sombra no Maciço de Baturité. A convite do Festival Serra, embarcamos numa jornada de dois dias que nos apresentou o Sítio São Roque, o Atelier 1913, a Casa Caboclo e vários pratos de premiados chefs usando nosso querido café como ingrediente.

Sítio São Roque

Alguém já ouviu falar da Rota do Café Verde? Ao longo dessa rota, uma das paradas é o Sítio São Roque, que fica no Município de Mulungu da região serrana. Lá, a gente conheceu a Mônica Farias, que nos levou até o Museu do Sítio Roque e nos contou um pouco da história da produção do Café Atelier 1913.

Tudo começou com o sonho e a persistência do patriarca Gerardo Farias, que lá no século passado começou sua produção de café 100% arábica. Como funciona: o café é plantado artesanalmente e leva 9 meses para ficar maduro. Depois desse processo, ele passa por cinco estágios até chegar ao pó que perfuma nossa casa e traz mais conforto pro nosso dia a dia. No início, o Sítio São Roque fornecia as sacas de café para compradores e chegou até a exportar o produto para a Suécia. Até que as novas gerações da família perceberam o potencial na produção artesanal e resolveram criar uma marca específica para o café final (torrado ou em pó): o Atelier 1913. A marca remete à produção artesanal e ao ano de início do primeiro plantio.

Lá no Sítio, além do museu, é possível conhecer o plantio nos cafezais, a casa da família, o jardim muito bem cuidados e florido e experimentar os produtos do sítio – feito pelas famílias que moram por lá. A ideia é manter uma sustentabilidade: o sítio fornece insumos para as famílias, elas produzem alimentos que são vendidos aos visitantes e assim, acontece um ciclo positivo para os moradores.

A gente teve o prazer de experimentar, além do Café Atelier 1913, uma tortinha de banana bem fofinha e um doce de compota da fruta, bem fresquinho. Ambos deliciosos e disponíveis para levar pra casa. Ano que vem, completa-se o centenário da primeira colheita, e a festa promete ser grande!

Se tem uma coisa incrível sobre viajar é conhecer novas culturas. E, quando falo de cultura, me refiro a tudo que ela engloba, inclusive, a gastronomia. A gente sabe que a comida fala muito sobre cada lugar e uma das mais curiosas surpresas que tive ao sair do país foi ver que até aquele mais típico fast food é diferente ao cruzar a fronteira.

Visitei a Argentina há alguns anos atrás. Sobre essa experiência, você pode ler em alguns posts feitos no blog. E, sem dúvidas, uma das coisas que eu amei lá – além das banquinhas de flores em cada esquina – eram os Cafés Havannas. Muito típico, muito fácil de achar e virou um ponto de parada a cada fim de tarde ou dia mais frio. Era bom demais tomar um cafezinho com um alfajor para esquentar depois de uma caminhada pela neblina.

Café Havanna – Buenos Aires

Até que, depois desses anos, chegou à Fortaleza o nosso próprio Café Havanna. Fui logo que inaugurou, mas achei melhor voltar algumas vezes até estabelecer uma opinião para poder comparar os dois momentos: o café com doce de leite argentino de Buenos Aires e o café com doce de leite ali no shopping Iguatemi.

Visitei recentemente o Mercado do Café, uma cafeteria bem grande que – olha que felicidade! – não fica nem no Meireles, nem na Aldeota e nem na região sul de Fortaleza. Parabéns desde já aos empreendedores que trouxeram uma opção linda, com uma decoração de muito bom gosto, para outra região da cidade.

O café fica no bairro benfica, bem próximo ao shopping e às universidades (UFC e IFCE) e é um espaço muito agradável. Como eu disse, tem uma decoração bem descoladinha e uma parede verde muito bonita. É um espaço sem dúvidas muito agradável pra reunir os amigos e conversar.

Quem frequenta o Boas Dicas já sabe que eu amo café. Por causa disso, comecei a minha primeira série aqui, chamada A Trilha do Café, falando de alguns cafés de Fortaleza que valem a visita.

Como estamos em férias, não podia ser diferente: marcar aquele cafezinho com as amigas ou com o boy é indispensável. Melhor programa pra um fim de tarde no fim de semana. Por isso, listei aqui meus 5 cafés favoritos da trilha do café para você marcar com os migos e ir botar o papo em dia.

Amika Coffeehouse

A Amika é um dos melhores e mais bonitos (show de arquitetura e design) cafés da cidade, especialmente se você gosta de variedades de grãos. Além dos cursos de barista que ocorrem periodicamente, você experimenta cafés que podem ser moídos na hora, acompanhado de comidinhas gostosas.
Minha indicação: é o Café Fin del Mundo com pãozinho de tapioca.
Veja aqui o post sobre a Amika.

Amika-Coffee-Trilha-do-Cafe

Sublime Confeitaria

Lugarzinho incrível para sentar com os amigos e conversar por horas a fio. O ambiente é muito agradável e as comidinhas são deeeeeliciosas – dos salgados aos doces. Aos sábados, a casinha amarela presenteia os clientes com um trio de jazz para animar a conversa.
Minha indicação: red velvet (o melhor!) com um cafézinho com leite vaporizado.
Veja aqui o post sobre a Sublime.

red-velvet-sublime

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